domingo, 10 de novembro de 2013

É questão de educação..



Era um típico fim de semana... e o que se faz em um típico fim de semana? ah aí depende de sua rotina, mas posso afirmar que uma das atividades mais praticadas é a famosa ida ao mercado.. ah quem não goste muito dessa atividade, mas a vida é tão corrida não é mesmo? então tem coisas que só dá para fazer aos  finais de semana. Mas vamos lá..   Saímos eu e minha mãe no domingo rumo às compras do mês,  a nossa paciência começou a ser testada quando passamos cerca de 15 minutos procurando  por uma vaga no estacionamento (atividade atípica para um fim de semana). Daí então, pegamos o carrinho, escolhemos os produtos que íamos levar... e aí chegou o grande desafio do dia, talvez nunca tivesse visto tanta hipocrisia, maldade, falta de educação e  tanta ignorância em um dia só. Acompanhe comigo esse desafio:
 Para começar, eu e minha mãe, entramos na fila do açougue, fila esta que tinha cerca de 7 metros, permanecer nela, já parecia ser o desafio do dia, mas até aí tudo bem, porque se tem um povo que sofre em fila é o brasileiro não é mesmo? é fila no banco, nos hospitais, em repartições públicas, enfim, seria só mais uma fila em meio a tantas que já enfrentamos no dia-a dia.  Mas o desafio ainda não era esse, acompanhe... pois agora uma série de imprudências e exemplos a não serem seguidos começam a desencadear.. Então, depois de ficarmos em pé na fila durante meia hora, e até aí  ainda não  fomos atendidas, percebemos que uma outra fila  começou a surgir do lado oposto da que estávamos,  sem ter identificação nenhuma, fomos avisadas que que essa outra fila era preferencial, mais espera aí um pouco vamos relembrar quem pode usufruir desse direito?   então vamos lá: lei 10048/00 diz que este direito é destinado à pessoas portadoras de deficiência, idosos, com idade igual ou superior a 60 anos, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo ( redação dada pela lei 10.741/2003). Mas isso foi só para relembramos sobre a lei que trata do atendimento.. e entramos na situação...  Pois é, pessoas na maior e desculpe pela expressão mas, na maior " cara-de pau" começaram a sair da fila que estávamos para ser atendidas na outra " preferencial" detalhe é que estas pessoas não eram gestantes, idosas ou lactantes, eram mesmo verdadeiras aproveitadoras, aproveitaram a situação para desfrutarem de algo que não tinham direito e o pior desrespeitando também àqueles que assim como eu, estavam na fila durante muito tempo... não preciso nem dizer que confusões foram registradas nesse dia e até a gerência foi chamada, mas sabe o que mais me chateia nessa história toda? foi ter que ouvir de um dos atendentes a seguinte frase: " tudo isso, por um pedaço de carne" ele usou essa frase referindo-se ao momento em que alguém lutava por seus direitos enquanto esperava na fila do açougue, o que o atendente não aprendeu é que não era tudo por um pedaço de carne , mas era TUDO por justiça e igualdade e  NADA pela ignorância. 
Saímos de lá tristes,  não porque passamos muito tempo em uma fila, mas porque percebemos que  tanto as pessoas que desrespeitaram a fila quanto aos atendentes que contribuíram para isso, não cumpriram a lei maior, aquela que rege a convivência em sociedade, a lei da EDUCAÇÃO.



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E o que mudou?



Índios expulsos de suas terras, desmatamentos e mão de obra escrava. Tudo isso, pela produção e comercialização de um produto, Tudo isso, pela ganância de homens que destroem culturas de povos e que continuam a destruir sonhos.  Você deve estar imaginando que estou falando de uma época muito distante da atual, aliás, deve imaginar um cenário de um país em colonização, dominado por um “Senhor”. É, mas não vim aqui falar de uma época distante, essa cena infelizmente se repete nos dias de hoje, na era República onde o “Senhor” não tem por nome de um País e sim, vários nomes formando um conjunto chamado de “Multinacionais”, é isso aí, corporações industriais frutos da globalização e que povoam vários territórios.  O cenário apresentado mostra o que multinacionais, que tem por intermédio do comércio internacional de açúcar, desolado pequenos proprietários de terra cultivadores da “nossa cana”, só para satisfazer as necessidades industriais, capitalistas e gananciosas.
Passaram-se séculos, mas a história continua. E o que mudou? Só o nome do “senhor”.

                

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Memórias de Tom

Muitas pessoas dizem que o peixe, por ter ômega 3 é bom para nossa memória, e de fato é, a própria medicina está aí para comprovar, mas hoje não quero falar sobre os benefícios que o peixe, como alimento nos proporciona, quero então trazer a memória, momentos em que um peixe em especial nos proporcionou, conhecido como Tom, ele encantou e enfrentou as correntes de sua vida para nos fazer lembrar de suas aventuras. Então, conheça agora um pouco a história de Tom, um peixe domesticado.

 Há três anos, em uma Escola Bíblica de Férias (EBF) de crianças, a qual tinha como tema: Navegando com Jesus, todos os alunos e professores tiveram como lembrancinha um peixe inserido em saco plástico com água, cada um teve a oportunidade de escolher um peixinho, não muito satisfeita, Érika, uma das professoras, escolheu um peixe meio raquítico  e que não tinha uma beleza visível, mas resolveu então levá-lo para casa e dar-lhe um nome : Tom, nome este, escolhido pelo acaso. Enfim, Tom agora tinha um lar, mas como todo peixe domesticado mora em um aquário, não poderia ser diferente com esse, ou será que sim? vejamos, a sua dona então dá a ele, um pequeno aquário, que não demorou muito, para ser rejeitado pelo seu próprio habitante. Mas Érika e sua família deram mais uma nova casa a Tom, aí parece que ele não a rejeitou, pelo menos não naquele instante. O tempo foi passando e as notícias corriam soltas, os alunos daquela EBF e seus respectivos professores se surpreendiam com a existência de Tom, pois já não havia mais nenhum peixe se quer vivo para contar história, todos já tinham morrido, ops todos não, Tom estava lá, firme e forte habitando o lar da família Carvalho, sempre dando umas cambalhotas e se alimentando como um leão!
 Érika todos os dias ao chegar da faculdade perguntava: - Mãe já colocou comida para o Tom?
 - e se porventura sua mãe viesse a esquecer, era bronca direto, tamanha era a preocupação com Tom.
 Tom realmente já tinha a confiança de todos da casa, inclusive de crianças que ia visitá-lo. Mas como disse anteriormente, esse peixe com o passar dos anos foi ficando mais exigente, e parecia não mais gostar de morar em um aquário, por isso, começou a reclamar com sua dona, aí nesse momento você deve está achando maluquice, mas não,  é isso mesmo, Tom começou a reclamar por meio de comportamentos estranhos, vivia se rebatendo no vidro e saltando no aquário, foi aí que Érika o entendeu, e resolveu colocá-lo em um pequeno recipiente- bacia, então Tom ficou mais quieto , e continuou a ser o mesmo de sempre. Aqui, quero pedi sua permissão para contar uma aventura maluca de Tom: Certo dia, eu havia chegado em casa, e não havia ninguém a não ser a Cessi, nossa cadelinha, e ao abrir a porta do quarto onde Tom ficava, me deparo com uma cena assustadora, e aqui, se você realmente acompanha minhas crônicas vai lembrar de um fato curioso, enfim, a cena que vi, foi a de um peixe no chão se rebatendo, eu não tive coragem para pegá-lo e jogá-lo de volta em sua bacia, porque da mesma forma que sempre tive medo de pegar em galinha, rsrsrsrsr, (para entender leia minha crônica: O retorno da galinha), mas também não pego em peixe, tenho uma certa gastura.. sei lá, mas o fato é que nesse pega não pega, a vida de Tom estava em risco, por isso, fui correndo à rua pedir ajuda, e a minha sorte é que minha irmã chegou e o pegou, nesse intervalo ,nosso peixinho ficou uns 10 minutos sem respirar, é isso mesmo, até hoje muito riem desse fato , mas é o que aconteceu com nosso guerreiro. Daí o trecho da música: Peixe Vivo, se aplica ao nosso Tom...  "Como pode peixe vivo viver fora da água fria".... Mas nosso peixinho sabe como pode.... rsrsrsrrs Ufa! ele é guerreiro!

Depois desse episódio, e com o passar dos últimos dois anos, Tom parecia não ser mais o mesmo, não sei se as quedas constantes e falta de oxigenação o fizeram ficar meio estranho, ou até mesmo a velhice o deixou caduco, mas só sei que Tom ainda nos alegrava! Outro dia, a Érika percebeu um agravante na saúde do peixe, ele havia ficado cego, foi um dia muito difícil para os seus donos, pois Tom tinha diminuído sua capacidade arteira dentro de sua bacia e não brincava mais como dantes, mas comida ah.. para se alimentar, ele não media esforços...

É... parece que a cegueira de Tom, veio para nos fazer enxergar, que por mais somente alguns meses, o peixe domesticado, ficaria conosco, e foi o que aconteceu, hoje Tom foi encontrado retorcido em sua bacia, retorcido, demostrou que nadou  até o fim, nessa maré de vida... da vida de um peixe...

sábado, 12 de janeiro de 2013

Minha Viagem de férias


Olha pessoal! Saí de férias istor dia e resolvi gastá inté o qui eu num tinha. Comprei um jumentinho e falei preu mesmo! Vou lascá a sandália no mundo e pegá um sor qui na Brasília   num tem. Peguei uma bateria carregada, instalei um toca-fita Rodstar e coloquei no lombo do bicho que di tão infeitado parecia inté uma árvori e natá.Ele era um bicho muito arisco e tinha tração  nas quatro patas, ar concionado que só funcionava na hora que sortava pum, óculos Ri Ban na cara que ficava inté parecido cum Vardiki Soriano. O jumento era mais metido que secretária de deputado e tinha uma listra preta no lombo que parecia que era pintado. Saí ouvindo o som na maior altura,tocando a música do Luis Gonzaga que se chama O Jumento é nosso irmão. Peguei a istrada do Sobradin . pra dispois encontrar a 020 cum distino indestinado e cum dô nu intestino pro causa dos pastér da redoviária, acompanhado do disintala gato que é o tar di cardo di cana. Com o jumento a mais di deis por hora quase dando cavalo di pau
na pista, quando o bicho puxava o frei de mão. segui aquela istrada a mais di cinco hora e ainda num tinha passado di Pranaltina dos goiás. Desci pra tomá um café nesses lugá na bera da estrada e falei com o vendedo. Bota um café aí pra mim e ele me perguntô ! É pingado? E eu falei! Põe de uma veiz só qui eu tô com pressa! Paguei aquele pretinho com o que tinha sobrado do 13º e montei no imprestável que era o nome do meu burrico e segui em direção a Bahia. Na subida as tartaruga me ultrapassava, mas só que na descida as coisa se invertia porque aí era eu qui era ultrapassado por elas. Mas num me abati pois dispois de cinco dia de viagem usando aquele papel igiênico Jornalex que limpa e informa, sem tomá banho, já tava cum cherinho de francês, me senti importante e usei aquele perfumi qui mi custou os olhos da cara, mais ou menos uns 5 Real de nome Essensê de Lê Gambá e a coisa mudô, eu tava mais cherôso do qui mulhé da vida no local di trabalho, peguei o espelho e vi qui tava mais bunito do qui contra-cheque di deputado no finar do ano. Já tava chegando perto de Alvorada pois percebi qui faltava apenas 120 quilômetros pra percorrer montado naquele  jumento ligêro. Só qui o bicho inpacô qui nem medida provisória quando intala a pauta do congresso ,e eu fiquei parado qui nem salário de servidor público no governo da Dilma, e fiquei mais chateado do que torcedor do torcedô do Botafogo na reta finar do campeonato., mais num pudia desistir porque afinar eu tava curtindo as férias. Cansei! Larguei aquele filhote de zaga do Flamengo cum ataque do Atlético Goianiense no meio da istrada amarrado num pé de piqui onde tinha uma caixa de marimbondos. Segui a minha caminhada levando a importância de deis reaus e um vale transporte. Andei muito, sofri mais que palmeirense em dia de jogo e cansei mais do que zagueiro que tenta marcar o Neymar. Dispois de caminhá uma semana cheguei em Alvorada cuns pé mais lascado do que juelho de torcedor do Vasco fazendo promessa pro time melhorár. Quando eu entrei na cidade, a primeira cara que eu vi foi a daquele burro discarado cum a barriga quase arrastando no chão  di tanto cumê e aquele ar di felicidade que mais parecia um torcedô do Fluminense. Cheguei bem perto daquele istrupício, olhei bem nos olhos dele e por um momento pensei que ele de certa forma tava rindo de mim com aqueles beiço de lutador derrotado de luta livre e aquele olhar de menino traquino que tinha acabado de ver a priminha tomar banho pelada. O ódio me subiu a cabeça e a vontade que tive foi de esmurrar aquele filhote de STJD com CBF até ele cair que nem adversário do Anderson Silva. Eu tava retado! Eu tava muito raivoso porque investi naquele jegue inté o dinheiro que num tinha pra dispois aquele desclassificado me deixar a pé ondi a única coisa que passava era os dias das minhas férias. Foi triste as pinga qui eu tomei e pior ainda os tombo que eu levei. Sentei no banco da praça pra discança e arrumar um jeito de vortá pra casa porque as férias tinham ído pras cucuia e então eu tinha que vortá pra Brasília onde o trabalho me esperava. 
O jumento qui num é burro ficou com o fazendeiro em Alvorada comendo do bom e do mió. Mas agora tenho que ir embora e só confio nas minhas pernas. Elas não empacam e nem me deixam na istrada.     

Conto de Roberto Carvalho.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O retorno da Galinha


Por que será que existem tantos animais, mas só alguns como  cachorros e gatos ficam em evidência? Por acaso somente eles teriam sentimentos pelos seus donos? Talvez essa seja a pergunta que muitos animais gostariam de fazer se assim pudessem... E foi exatamente observando o comportamento de um desses animais que descrevo uma situação bastante curiosa que me fez entender que não só cachorros ou gatos têm sentimentos pelos seus donos  acompanhe por gentileza:

Estávamos eu e minha famosa cadelinha Cessi, como é de costume, passeando pelas ruas, próximo à minha residência quando escuto um: Có có có có cocoricó.....então pensei de onde vem esse barulho... Logicamente você deve pensar de uma galinha ora, e de fato vinha de uma galinha, mas por que essa galinha cacarejava tão alto? Queria ela se comunicar? O que o Có cocoricó dela queria dizer meu Deus?....pensei eu... então... fui chegando cada vez mais perto e puxando a Cessi na coleira, já que ela tem medo de galinha, fui  dispistando...dispistando ... Opa o que é isso? O que essa galinha está fazendo? Lá está ela imagine a cena... Dois passos para trás e um pulinho para frente, dois passos para trás e um salto a frente, e esta cena se repetia...pensei até que a galinha estava dançando, ou sei lá treinando para as próximas olimpíadas...quem sabe ué? O fato é que aquela galinha estava tentando algo e como dizem por aí que eu invento ou que ouço muito os animais, ou melhor, vejo coisas nos animais que ninguém consegue enxergar então.... fui tentar entende-la  peguei a Cessi no colo ( tadinha ela estava cansada) e segui em direção àquela galinha... com muita cautela porque eu também tenho medo de alguns animais inclusive de galinha, mas essa é uma outra história outro dia conto para vocês, enfim ali estava ela .. Entendi o que ela queria com tantos pulos e cocoricós.. ela estava na verdade advinha?  Tentando retornar à sua casa, cada impulso que ela dava era um preparo para poder pular o muro tadinha cada cocoricó que ela entoava era para dizer eu quero entrar de novo em minha casa, já que o portão estava fechado, a minha visão mudou em relação aos animais, aprendi que galinhas não fazem a  au au.. não balançam o rabo, afinal nem têm para balançar,mas que elas também amam seus lares. ...E depois dizem que só cachorros têm sentimentos...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

SER GRANDE



Um dia quando pequeno com certeza  você disse: quando eu crescer....

Só que sem perceber esse dia chegou em sua vida aí....

Aí... você descobre que esse dia não era lá essas coisas que você imaginava não... ah você descobre...

Você descobre que o munda da fantasia não existe, que o que na verdade existe é um mundo cheio... 

Cheio de pessoas vazias, cheio de indiferenças e cheio de gente que também faz a diferença e ama, e é por isso que você não desiste de SER GRANDE

 Um dia você descobre que ser grande não é tão legal assim, pois com o SER grande vem a senhora Responsabilidade e esta, só você pode carregar, pois na vida de SER GRANDE seus pais somente te  a ensinará,  mas levá-la? ah.... aí é com você,
Mas SER GRANDE também tem suas vantagens você pode fazer a diferença, já que quando pequeno ela não era tão notada assim como é hoje....

E você já parou para pensar que diferença pode gerar igualdade? sim é claro, se quando GRANDE posso ajudar com minha ATITUDE o próximo, posso também torná-lo igual a outros.

E quando SER GRANDE se torna TÃO PEQUENO diante às dificuldades da VIDA? aí UM SER GRANDE que é infinitamente mais do que você possa imaginar se levanta em seu favor e lhe diz:
 " Tende bom ânimo eu venci o mundo" João 3.33 palavra de Jesus. Por isso, SER GRANDE pode torná-lo em muitas situações pequeno, mas com JESUS CRISTO você é maior que qualquer problema, e aí você descobre que há um SER GRANDE que olha para você!





terça-feira, 21 de agosto de 2012

Estacionar em espaço público custa caro no DF


Quem nunca estacionou em espaço público e teve que pagar por isso? Há algo errado? Mas não é público? O que é público não é para ser usado pelo público? Seria... se não fôssemos abordados diariamente por pessoas que muitas vezes não te dá nem oportunidade para usufruir da liberdade de ir e vir sem ter que pagar por isso. Não me compreendam mal, e aqui não incluo os trabalhadores que são cadastrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (SEDEST) para exercerem a atividade em estacionamentos públicos, como é o caso de guardadores e lavadores de veículos no Distrito Federal, inclusive cumpridores da lei. Mas falo daqueles que além de provocar em nós, insegurança, nos fazem ameaças ou até mesmo prejudicam nossos bens como no caso um veículo quando não contribuímos financeiramente com o seu “ trabalho” informal . É bom lembramos que a atuação do guardador e lavador de veículos sem o devido registro pode configurar infração penal prevista no artigo 47 da Lei de Contravenções Penais
Art. 47 . Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado a seu exercício.
Pena – prisão simples, de 15 dias a 3 meses, ou multa.
Cito este artigo porque principalmente em Brasília, temos a dificuldade de encontrar estacionamento público devido a grande frota de carros que circula pela cidade, e quando encontramos acabamos muitas vezes ficando reféns de aproveitadores que muitas vezes usam o nosso dinheiro que entregamos por “medo” da própria insegurança causada pelo Estado, para alimentarmos vício dessas pessoas.
Acho que o que seria público tem se tornado privado e com alto custo.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O primeiro dia a gente nunca esquece



Lembro-me como se fosse hoje, chorava como um bebê que acabara de nascer e que só desejava ficar ao lado de sua mãe. Era o primeiro dia de aula, já havia completado seis anos, portanto, já podia ingressar no Pré-escolar, afinal de contas, era isso que minha mãe estava tentando fazer comigo, mas eu não queria, na verdade, não estava preparada para aquele momento, onde o medo da separação era mais forte que minhas forças ou da imensa vontade de aprender a ler.  A sensação era de verdadeiro abandono parecia que nunca mais fosse vê-la.
Mas  lá ia eu, mesmo sem vontade,  com um uniforme azulado  e um tênis branco, caminhando com minha mochila cor de rosa e minha lancheira linda, que havia ganhado do meu padrinho. Minha mãe dizia que estávamos indo para um lugar cheio de amiguinhos e com uma tia maravilhosa que me ensinaria  um monte de coisas principalmente a ler, algo que eu queria muito aprender . Só assim, para esquecer o medo ... o medo que diziam ser normal. Como podia ser normal aquele momento de tanta aflição que me separaria dos meus pais durante boa parte do tempo? Eu não conseguia entender ...excedia qualquer racionalidade.
Pronto, o caminho percorrido até a escola já havia cessado, acabara de chegar na escola, minha mãe desejou boa sorte e me largou lá, como um cãozinho abandonado, era assim que me sentia. A tia que me ensinaria tantas coisas como havia dito minha mãe, na verdade se chamava professora  Amélia, ela era fantástica, mas não era minha mãe. Meus colegas eram  todos da minha idade e conversavam comigo, mas não eram minhas irmãs. Não tinha jeito era só lembrar da minha família, que abria o bocão. Era incontrolável, era saudade. E esse era o cenário de todos os dias pelo menos até minha mãe voltar para me buscar.
Com o tempo fui fazendo amizades e a minha professora foi me ensinando muitas coisas, e fui percebendo que minha mãe estava falando a verdade, que realmente tinham pessoas que me ajudavam com conhecimento e companheirismo.  Sentia saudades da minha casa é claro, mas não chorava mais e nem sentia mais aquela aflição que me deixava com tanto medo.
Agora, minha mãe me dizia que eu havia me acostumado com o ambiente , é, e o ambiente era minha sala de aula, que a cada dia ficava mais bonita com as decorações que fazíamos para as datas festivas que iam perpassando.   Minha mãe dizia também, que aquela não seria a primeira e nem a última vez que sentiria saudades de casa, que na vida, eu passaria por muitos momentos semelhantes, afinal ,é normal...
 Prossigamos em minha caminhada, acostumada a essa hora? Será?eu estava mesmo  acostumada com toda situação? O primeiro dia de aula já não fazia mais parte de meus pensamentos? Não significava mais pesadelos?  Como momentos de tanta aflição tinham sido substituídos por momentos de alegrias ? talvez a resposta seja realmente o que minha mãe sempre dizia...
 Bolas vermelhas, luzes a cintilar,  PRESENTES... isso mesmo afinal é o que todas as crianças esperavam ganhar, pois o espírito que pairava sobre nossas aulas era o natalino. Muito bem, como o natal é no final do ano... entendeu? FINAL...  tudo passara tão rápido que eu não havia entendido que já estava no final...é no final do pré-escolar, no final de minhas aulas. Isso seria bom? E agora? Festinha de fim de ano? Despedida? Ai meu Deus... olha o sentimento de saudade chegando de novo... e sabe o que me diziam quando eu perguntava o porquê de ter que ser separada dos meus colegas e da minha querida professora Amélia? É normal a vida é assim... E lá estava minha mãe dizendo:
- Você vai se acostumar...minha filha
É, percebi que a vida é assim... como ela sempre me contou.. ela tinha razão agora estou terminando mais uma etapa da vida e compreendi  o porquê que o primeiro dia a gente nunca esquece...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Fases

Dizem que as pessoas passam por várias fases na vida...
E que  são até mesmo classificadas como fáceis ou difíceis...
Sendo uma ou outra ,o importante é que elas de algum modo nos faz crescer..
Um exemplo simplório  é a famosa frase: o ser humano Nasce, cresce , reproduz e morre, famosa por sua verdade econtramos nela infinitas partículas dentro de um ciclo que por mais que pareça sem fim acaba e começa sempreem outra...
Não sei em que fase passao agora  etalvez você também não saiba me dizer sobre a sua...
Mas sei que olho para trás e percebo que já passei por uma não igual a ela, mas com características semelhantes sendo o mesmo processo
E quando acho que  tudo está se resolvendo  percebo que logo logo vem mais uma... Fase...
Nesse batidão da vida é necessário passarmos por elas...pois  sempre tiramos alguma lição..
 E se você não está conseguindo vecê-las saiba que ainda tem muitas outras delas que te farão lá na frente ser responsável por você ter consegido chegar até mais uma...
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quinta-feira, 8 de março de 2012

Ser Mulher...

Dizem que ser mulher não é fácil mas quem disse que gostamos de facilidade? e se assim o fosse não seríamos...
Ser mulher é sinônimo de antagonismo.... já percebeu mulher que somos inconstantes e antagônicas o tempo todo?
Antagônicas no nosso modo de agir e de pensar.. é... 
Há momentos que precisamos demonstrar fragilidade e há momento que temos que ter pulso forte senão não seríamos mulher..
Porque ser mulher é difícil e tem coisas que só nós conseguimos fazer...
 Coisas que foram feitas para nós... e ninguém... ou força nenhuma de qualquer ser que fosse... não conseguiria fazer....
Nossa bravura foi conquistada... e isso o mudo moderno não pode negar...
conquistamos o direito ao voto...
Quebramos paradigmas..
Rompemos tabus sociais..
Trabalhamos... e em dupla jornada...
E pela fragilidade?
Sim... somos frágeis porque não conseguimos usar a razão- quando na capacidade que Deus nos deu de gerarmos alguém....nos tornamos a pessoa mais frágil do mundo!!!´
Porque ser Mulher é em meio a todo antagonismo e fragilidade demonstração de existência.... existência devido a necessidade de existirmos....


Parabéns Mulher!!!!
Nayara Carvalho