Quem sou eu

Minha foto

...JORNALISTA QUE BUSCA NA ARTE DE ESCREVER A FUGA DA REALIDADE.
 

sábado, 14 de junho de 2008

texto narrativo em primeira pessoa: Lembranças do Golfo

Mais um acontecimento trágico marca a guerra do Golfo. Hoje, 25 de novembro de 1990, cerca de 150 soldados americanos morreram e 200 ficaram feridos em um ataque surpresa na base americana instalada no Kuwait.

Eu não poderia esquecer aquele dia. Em toda minha carreira , como jornalista, presenciei não só mudanças históricas, mas talvez a maior mudança de todas : a da minha vida.

Estávamos todos amedrontados com aquela situação. não era fácil dormir em péssimos locais, onde se ouviam gritos de dor e barulho da explosão das minas a poucos metros de distância.

O cenário horrendo da guerra fez com que eu percebesse que tudo não passava de uma fraude. O homem que por paz, ou, pelo menos, por relações harmônicas, é o mesmo capaz de matar a sua própria espécie em nome da fraternidade, se assim pode-se dizer. Com isso foi despertado em mim o desejo de ajudar os feridos na guerra e tornei-me voluntária da Cruz vermelha.

Em meio a tantos rostos que expressavam a guerra em si, um deles me chamou à atenção. Era o de um jovem soldado de olhos azuis e de pele branca. Deveria ter cerca de 26 anos de idade e estava com um ferimento na perna esquerda.

Perguntei o nome dele e se poderia ajudá-lo . Ele respondeu que se chamava Ryan e que eu poderia ajudar, conversando com ele.

Falávamos sobre a guerra, a dor de star longe dos entes queridos e até de aspectos particulares.
A partir daí, todos os dias , nos víamos e as conversas eram as mais variáveis possíveis.

Continuei fazendo as matérias para o jornal "The world" e me encontrando com Ryan. A imagem dele fazia com que a guerra fosse irrelevante aos meus olhos.

Deveria ter cerca de 26 anos de idade e estava com um ferimento na perna esquerda.
perguntei o nome dele e se poderia ajudá-lo. Ele respondeu que se chamava Ryan e que eu poderia ajudar , conversando com ele.
Falávamos sobre a guerra, a dor de estar longe dos entes queridos e até de aspectos particulares.
A partir daí, todos os dias, nos víamos e as conversas eram as mais variáveis possíveis.
Continuei fazendo as matérias para o jornal "The world" e me encontrando com Ryan.
a imagem dele fazia com que a guerra fosse irrelevante aos meus olhos.

Mas , numa noite, talvez a mais triste de todas, Ryan me procurou e notei que ele estava preocupado. aquela noite era a nossa última recordação.... ele se despediu com um beijo explicando que não podíamos ficar juntos pois a guerra podia ser dolorosa para as nossas vidas.
quando a guerra acabou resolvi não procurá-lo mais e última notícia que tive de Ryan foi a de que
ele tinha sido consagrado um importante coronel do exército norte americano.

7 comentários:

lilian disse...

gostei do texto

Anônimo disse...

jjjjjjjjjjjjj

fatina disse...

eu adorei o texto

Chaiany disse...

muito bom.

Anônimo disse...

adorei ta de parabéns!!!!!!!! muito bom show ..................................

Anônimo disse...

adoreiiiiiiiiiiiiiiiiii

Suzzan' disse...

Que 'lembrança' interessante. Gostei.
Me ajudou em um trabalho de português sobre texto narrativo em 1ª pessoa.
Ficou ótimo, só notei que na metade você repetiu uma parte...
ainda assim é um ótimo texto.

Valeu, abraços ;*