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...JORNALISTA QUE BUSCA NA ARTE DE ESCREVER A FUGA DA REALIDADE.
 

sábado, 14 de junho de 2008

Texto narrativo em terceira pessoa Lembranças do golfo

Era um ano de muitos conflitos. Em agosto de 1990, o kwait foi invadido por tropas iraquianas. A verdadeira razão para a invasão fora a queda dos preços do petróleo no kuwait, provocando a ira de Saddan Hussein, que mantinha preços superiores.

Não suportando a concorrência, o Iraque invadiu o Kuwait. Com toda a confusão , o conselho Nacional da ONU resolveu enviar tropas de alguns países, sendo o principal os Estados Unidos , pois tinham forte armas e podiam libertar o Kuwait.

Cerca de mais de 3.000 homens americanos foram enviados para o Kuwait . A base norte- americana começa a dominar a situação. Os soldados estavam dispostos a ganhar a guerra. Em meio a tantos combates, destaca-se o soldado Ryan, não só pela sua beleza mas pela bravura e heroísmo que demostrava ao salvar e cuidar de crianças que nasciam com graves deformações físicas, devido as radiações e gases emitidos por armas químicas usadas na guerra.

A imprensa estava com todas as câmeras voltadas para a região.era comum que os jornalistas ficassem perto dos alojamentos onde eram tratados os feridos.Certo dia, uma jornalista que trabalhava num importante jornal" The world" , fez uma entrevista com alguns feridos e lá pôde conhecer Ryan, que ao seus olhos era belíssimo. A guerra já não tinha mais o mesmo significado.

Conforme os dias iam passando, Lana a jornalista, e Ryan estavam cada vez mais envolvidos e já não eram mais simplesmente amigos....

O tempo ia passando e o Kuwait já estava perto de ser libertado das opressões iraquianas. Ryan ia para uma das últimas batalhas. Ele já sabia que seria impossível continuar o romance com Lara, pois queria poupá-la de sofrimentos maiores.O soldado resolveu, então, terminar com a amada.

Lara voltou para sua terra e Ryan se tornou um grande comandante do exército norte- americano e presidente das Organizações Unidas, com a missão de reorganizar a paz no mundo.

Um comentário:

Anônimo disse...

Oh! que lindo texto narrativo...